Quanto ganha um dev no exterior e como encontrar vagas?

O sonho de trabalhar com tecnologia e ganhar em dólares ou euros impulsiona diversos profissionais brasileiros a buscarem oportunidades globais. Se você é programador ou planeja migrar para essa área, descobrir quanto ganha um dev no exterior é o primeiro passo para planejar essa mudança.

A realidade é que o mercado de desenvolvimento de software oferece remunerações significativamente mais altas fora do Brasil, capazes de transformar a vida financeira de quem consegue um contrato internacional, seja presencial ou remoto.

Para ajudar você nessa virada de chave, criamos este artigo detalhado que apresenta qual é a média salarial de programador no exterior em dólares ou euros e como encontrar vagas para devs no exterior.

Além disso, você também confere:

● quais são os melhores países para desenvolvedores morarem e trabalharem;

● a importância de uma conta internacional para receber salário trabalhando como dev no exterior;

● quanto ganha um dev no exterior;

● dicas para brasileiros que querem trabalhar com programação fora do Brasil;

● quanto ganha um desenvolvedor brasileiro trabalhando fora do país.

Siga a leitura e descubra como alavancar sua carreira!

Quanto ganha um dev no exterior?

Nos Estados Unidos, o salário base anual fica entre US$ 77 mil e US$ 121 mil. Na Alemanha, entre € 54 mil e € 71 mil ao ano. Na França, a remuneração média anual é entre € 41 mil e € 55 mil.

A média salarial de programador no exterior em dólares ou euros varia conforme alguns critérios, principalmente nível de experiência, especialidade e demanda por tecnologias específicas.

Por esse motivo, é importante descobrir quanto ganha um dev no exterior. Isso porque, dessa forma, você tem um bom parâmetro comparativo que justifica o investimento em aprimoramento profissional e auxilia na negociação salarial. Isso permite, ainda, que você defina metas financeiras claras para a sua transição de carreira global.

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Quanto ganha um desenvolvedor brasileiro trabalhando fora do país?

A remuneração que empresas de outros países pagam a um dev brasileiro varia conforme o nível de senioridade e a especialidade tecnológica. Nos Estados Unidos, por exemplo, o salário base médio é de US$ 96 mil ao ano, na Alemanha, € 60 mil, e na França € 48 mil.[1]

Programadores sêniores, especializados em stacks de alta demanda, como DevOps e cloud computing, alcançam remunerações significativamente mais altas, que ultrapassam US$ 250 mil anuais em grandes companhias, como Cruise e Meta.

A questão é que descobrir quanto ganha um dev no exterior exige mais do que apenas saber a média salarial por país; é fundamental analisar o perfil do cargo e as necessidades específicas do mercado.

A senioridade tende a ser o fator mais determinante. Além disso, a especialidade é crucial. Enquanto Front-end e Back-end (Full-stack) são áreas com alta demanda, certas stacks (conceitos tecnológicos) pagam prêmios.

Desenvolvedores especializados em Inteligência Artificial, Machine Learning, DevOps e engenharia de Blockchain estão consistentemente no topo da pirâmide salarial global, pois suas habilidades são escassas e estratégicas para as grandes empresas de tecnologia.

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Como encontrar vagas para devs no exterior?

O caminho mais eficiente inclui o uso de plataformas de recrutamento global, como LinkedIn, Deel e RemoteOK, e o desenvolvimento de um currículo direcionado ao mercado externo, otimizado em inglês e com métricas de impacto, para construir um portfólio robusto que chame a atenção de recrutadores.

Assim, essa jornada começa com a preparação do seu material de candidatura. O currículo precisa ser claro, conciso e, obrigatoriamente, em inglês. Destaque as suas conquistas, não apenas nas tarefas. Em vez de listar "fui responsável por desenvolver funcionalidades", por exemplo, apresente "reduzi o tempo de deploy em 30%". Utilize números e resultados para demonstrar valor.

Além disso, no momento da candidatura, é importante saber quanto ganha um dev no exterior para apresentar uma pretensão salarial realista e que demonstre que você conhece o padrão de remuneração do mercado de tecnologia global.

Apresentar um valor bem fundamentado evita que sua proposta seja descartada por ser muito alta ou, pior, que você subvalorize seu trabalho ao aceitar um salário muito abaixo da média para a sua senioridade e especialidade.

Quais são os melhores países para desenvolvedores morarem e trabalharem?

Os melhores países combinam alta remuneração, forte e crescente mercado de tecnologia, e excelente qualidade de vida. Destacam-se os Estados Unidos, especialmente regiões como o Vale do Silício e a cidade de Seattle, sede de gigantes do ramo, como Amazon e Microsoft.

Embora o custo de vida seja elevadíssimo, essas regiões oferecem os salários mais altos do mundo. Além disso, o poder de compra do dólar, e os benefícios que as companhias oferecem, como planos de incentivo e oferta de ações aos colaboradores, tendem a compensar os gastos para se manter nessas cidades.

Aqui, vale a pena mencionar cidades que oferecem um excelente balanço entre custo-benefício. Berlim, na Alemanha, tem um custo de vida mais acessível que Londres e um mercado de startups em expansão.

Logo, não basta descobrir quanto ganha um dev no exterior. Para saber se a vaga vale a pena, é essencial analisar também o pacote total de benefícios, o custo de vida, a carga tributária do país e o potencial de crescimento de carreira.

Qual a média salarial de programador no exterior em dólares ou euros?

Em dólares, o salário base médio é de 96 mil ao ano, e em euros, 54 mil. Contudo, regras trabalhistas e a cultura do país, tempo de experiência do profissional, conhecimento tecnológico e formato de trabalho (presencial ou remoto) influenciam essa média.

Ainda que haja variáveis, quando se compara esses valores com a realidade nacional, entende-se o porquê de tantas pessoas quererem saber como encontrar vagas para devs no exterior.

No Brasil, o salário base está na faixa de R$ 5 mil a R$ 9 mil por mês, com uma média próxima de R$ 7 mil. A conversão desses salários internacionais, mesmo após descontos e impostos locais, proporciona uma segurança financeira e uma capacidade de investimento diferenciada.

Para alcançar o valor de US$ 96 mil anuais dos EUA, por exemplo, a remuneração do dev no nosso país precisaria ser de cerca de R$ 40 mil ao mês. Uma boa diferença, não é?

Quer um salário melhor? Então, confira as nossas dicas para brasileiros que querem trabalhar com programação fora do Brasil e aumente as suas chances!

7 dicas para brasileiros que querem trabalhar com programação fora do Brasil

Para acelerar sua transição para o mercado internacional, adote estas estratégias práticas:

  1. Domine o inglês: a fluência não é opcional, é uma ferramenta de trabalho. Invista em conversação e no vocabulário técnico da área. Muitas entrevistas de empresas estrangeiras ocorrem integralmente nesse idioma;
  2. Crie um currículo global que destaque resultados: esqueça o modelo brasileiro. Seu currículo deve ser conciso, em inglês e destacar conquistas mensuráveis, como percentuais de redução de tempo de desenvolvimento de um sistema;
  3. Portfólio de alto nível: apresente projetos de software bem documentados, com boas práticas de código. Isso valida suas habilidades técnicas de forma prática;
  4. Especialização em stacks demandadas: concentre-se nas linguagens e frameworks que pagam os melhores salários globalmente. Especialistas em Cloud Computing e DevOps, por exemplo, têm uma vantagem clara;
  5. Use as plataformas certas: evite apenas sites de vagas genéricas e explore ativamente o LinkedIn (com filtros de localização) e outras bases de vagas confiáveis, como RemoteOK e WeWorkRemotely;
  6. Faça networking internacional: participe de comunidades globais online, webinars e conferências. Conexões e referências aumentam drasticamente a credibilidade e o acesso a vagas não publicadas;
  7. Organize sua receita: pesquise como receber seu salário em moeda forte. Abrir uma conta internacional para receber salário trabalhando como dev no exterior simplifica a gestão financeira, minimiza taxas de câmbio e facilita a maximização do seu poder de compra.

Entenda mais sobre essa ferramenta no artigo: “Conheça a Global Account, a sua vida financeira nos Estados Unidos!

Por que abrir uma conta internacional para receber salário trabalhando como dev no exterior?

Esse tipo de conta tem tarifas menores em comparação a outros métodos, como a remessa; utiliza o câmbio comercial, que é mais barato que o turismo; e permite receber transferências do exterior de maneira prática, rápida e segura, como os salários de dev.

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Agora que você sabe quanto ganha um dev no exterior, e como encontrar as melhores oportunidades de trabalho nessa área, abra sua Global Account Inter do Inter e dê mais um passo rumo à expansão da sua carreira.

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