Em seu terceiro capítulo, marcado pela expansão internacional e por novos avanços de escala, o Inter se aproxima do ecossistema Data Hackers para compartilhar tecnologias, iniciativas e experiências que conectam Tecnologia, Dados e Inteligência Artificial a uma comunidade cada vez mais relevante para o mercado

Algumas histórias são conhecidas pelo que chega ao mercado. Outras começam a ser compreendidas quando se conhece o que está por trás da construção de produtos, tecnologias e experiências.
Nos últimos anos, o Inter passou por diferentes momentos de transformação. Com mais de 30 anos de história, desde sua fundação em 1994, o banco atravessou uma evolução que ganhou força a partir de 2014. Com uma experiência financeira cada vez mais digital, vieram a abertura digital de contas, a migração integral da infraestrutura para a nuvem e a evolução para uma plataforma que hoje reúne mais de 180 produtos e serviços.
Agora, o Inter vive o que internamente chama de seu terceiro capítulo: uma nova etapa marcada pela expansão internacional e por desafios ainda maiores de escala, tecnologia e inovação.
Por trás da evolução dos produtos e das sete avenidas de negócio existe uma construção baseada em tecnologia, dados, inteligência artificial e, principalmente, nas pessoas que tornam tudo isso possível. Ao longo dos anos, o Inter desenvolveu uma fundação de dados robusta e escalável, que hoje sustenta novos produtos, experiências e aplicações de IA.
É justamente essa história que a parceria entre Inter e Data Hackers pretende compartilhar com profissionais de Dados, Tecnologia e Inteligência Artificial. A iniciativa busca apresentar, de dentro para fora, como essas disciplinas têm apoiado a evolução do Inter e contribuído para a construção de novos produtos, experiências e soluções para os clientes.
Uma imersão na estratégia de Dados e IA do Inter
Como parte da parceria, o Inter recebeu representantes do ecossistema Data Hackers em Belo Horizonte para uma imersão em sua área de Dados. A visita aconteceu durante uma edição do DnA Monthly, encontro realizado mensalmente para promover alinhamento, troca de conhecimento e discussões estratégicas entre os profissionais da área.
Além de apresentar evoluções de arquitetura, estrutura, gestão e projetos, o encontro proporciona discussões sobre tendências de mercado, temas técnicos e desafios de negócio, fortalecendo a conexão entre diferentes áreas da organização.

Durante a agenda, um dos destaques foi o quadro "De Frente com...", espaço dedicado ao compartilhamento de experiências e aprendizados com profissionais convidados. Nesta edição, representantes do ecossistema Data Hackers participaram da conversa para discutir a construção de comunidades de tecnologia e o papel desses ambientes na circulação do conhecimento dentro das organizações.
O espaço já recebeu diferentes lideranças da companhia, entre elas Alexandre Riccio, CEO do Inter, que compartilharam suas visões sobre inovação, tecnologia e transformação dos negócios.
Existe uma conexão importante entre essa discussão e o momento vivido pelo próprio Inter. À medida que Dados e IA deixam de estar concentrados apenas em times especializados, o desafio não é somente disponibilizar tecnologia, mas também criar conexões.
Conexões entre quem desenvolve soluções e quem conhece as necessidades do negócio. Entre aprendizados que surgem em uma área e desafios enfrentados por outra. Entre autonomia e governança. E, principalmente, entre pessoas que precisam compartilhar conhecimento sem perder a velocidade necessária para inovar.
Estruturação do Centro de Excelência (CoE)
Nos últimos anos, as empresas mais admiradas por profissionais de Dados, segundo a pesquisa State of Data Brazil, organizada pelo Data Hackers, têm demonstrado que maturidade tecnológica e senso de comunidade costumam caminhar juntos.

Além do DnA Monthly, existe uma representação criada internamente pelo time de Dados do Inter que ajuda a compreender esse movimento: o DnA de Data & AI, inspirado na estrutura de uma molécula de DNA.
Nessa representação, duas cadeias conectadas simbolizam tecnologia e negócio. Entre elas estão as sete avenidas de negócios do Inter: Banking, Investimentos, Crédito, Loyalty, Global, Shopping e Seguros.
Mais do que uma identidade visual interna, o DnA traduz uma ideia importante para o momento vivido pela área: Dados não devem existir isolados em uma estrutura técnica. Eles precisam conectar tecnologia às diferentes frentes que geram valor para o negócio e para os clientes.
Essa visão também ajuda a explicar alguns dos movimentos que começam a ganhar forma internamente. Um deles é a estruturação do Centro de Excelência (CoE).
A proposta é criar uma referência ainda mais consistente, capaz de conectar e evoluir as diferentes disciplinas de Dados e Inteligência Artificial existentes no Inter, considerando uma organização distribuída, na qual diferentes áreas também produzem e consomem dados.
Mais do que centralizar decisões ou simplesmente estabelecer regras, a iniciativa busca construir colaborativamente referências para temas como qualidade, confiabilidade, compliance, velocidade e escalabilidade, aproximando especialistas de Dados e Inteligência Artificial das diferentes áreas de negócio.
O CoE integra uma visão mais ampla, que inclui outras iniciativas internas em desenvolvimento e que deverão ganhar novos contornos à medida que esse novo capítulo avance.
A primeira conversa com o mercado já começou
Como parte dessa aproximação, a parceria também contempla conteúdos produzidos para o mercado. Em um episódio especial do Podcast Data Hackers, participaram Marcio Pupin, Head Global de Dados e AI; Carlos Pedrosa, Diretor de Data e IT Strategy; e Tiago Moura, Especialista Master de Data Science.

A conversa aborda diferentes momentos da evolução tecnológica do Inter, desde a construção de sua fundação de Dados até os desafios e oportunidades trazidos pela Inteligência Artificial generativa em uma organização marcada pela autonomia, inovação e escala.
Também foram discutidas as transformações que acontecem quando Dados e IA deixam de ser apenas infraestrutura e passam a fazer parte da inteligência dos produtos. Esse é justamente o movimento que a parceria entre Inter e Data Hackers pretende compartilhar com o mercado: mostrar como Dados e Inteligência Artificial fazem parte da evolução da organização, quais desafios estão por trás dessa construção e como essa inteligência pode ser transformada em valor para o negócio e para os clientes.
A parceria entre Inter e Data Hackers nasce com esse objetivo: compartilhar experiências, aprendizados e desafios relacionados à evolução de Dados e Inteligência Artificial dentro de uma organização em constante transformação.
Ao longo dos próximos capítulos, a iniciativa apresentará como tecnologia, dados e IA fazem parte da estratégia de crescimento do Inter, conectando inovação, negócio e experiência do cliente em uma escala cada vez maior.