O Inter é a primeira instituição financeira digital a concluir a escrituração e o registro de uma duplicata em produção assistida, avançando na implementação da nova infraestrutura regulada pelo Banco Central. A operação, realizada no âmbito de uma operação de Risco Sacado, modalidade em que o recebível de uma venda a prazo é utilizado para viabilizar o pagamento antecipado ao fornecedor, marca um novo passo na preparação da instituição para a adoção do modelo de duplicatas escriturais.



O desenvolvimento da operação envolveu a definição da Núclea como registradora e a integração de diferentes áreas, como Comercial, Tecnologia, Crédito, Operações e Experiência do Cliente. A produção assistida é uma etapa de testes e aprimoramento dos processos que antecedem a ampliação da operação.



A duplicata escritural é a versão digital da duplicata e permite que o título seja emitido, escriturado e registrado eletronicamente, ampliando sua rastreabilidade e segurança. Para as empresas, a nova infraestrutura pode facilitar o uso dos recebíveis em operações de crédito e antecipação, além de ampliar a visibilidade dessas informações para os financiadores. 

Citação

Estamos nos antecipando a uma transformação importante do mercado de crédito e, por isso, estruturamos nossa operação para estar entre as primeiras instituições a colocar essa nova infraestrutura em prática. Mais do que cumprir uma etapa regulatória, queremos garantir uma implementação segura, com uma experiência simples para as empresas e preparada para escalar. A duplicata escritural tem potencial para ampliar a visibilidade sobre os recebíveis e, consequentemente, destravar novas possibilidades de crédito”

- Alexandre Riccio, CEO do Inter no Brasil.

A relevância da mudança é potencialmente ampla: segundo estimativas apresentadas nas discussões sobre o novo modelo, a infraestrutura de duplicatas escriturais tem potencial para movimentar cerca de R$10 trilhões em duplicatas por ano no Brasil. Com a digitalização e maior segurança dos recebíveis, a expectativa é ampliar a concorrência entre financiadores e facilitar o acesso das empresas ao crédito.



A primeira fase de produção assistida terá duração de um ano. A partir de julho de 2027, conforme o cronograma atual do Banco Central, grandes empresas deverão aderir ao novo modelo. A implementação seguirá de forma gradual para os demais portes de empresas, conforme as definições do regulador, que também poderá alterar o cronograma.



Entre os próximos passos está a evolução da experiência do cliente, com maior transparência e recursos de autosserviço nos canais digitais do Inter Empresas. O Inter também pretende ampliar a utilização das duplicatas escriturais, contribuindo para uma oferta de crédito mais segura e eficiente para as empresas. 

 

 Contato para imprensa

Loures Comunicação 
inter@loures.com.br   

Gostou? Compartilhe