Acrobacia Financeira: os principais desafios dos brasileiros para se equilibrar na vida financeira

Manter o equilíbrio financeiro ainda é um verdadeiro número de acrobacia para a maioria dos brasileiros. A nova pesquisa “Acrobacia Financeira”, realizada pela Consumoteca a pedido do Inter, revela dados inéditos sobre como o país lida com dinheiro — e por que a educação financeira é mais necessária do que nunca.

Segundo o estudo, 91% das pessoas afirmam precisar aprender mais sobre finanças, enquanto menos de 30% consideram sua vida financeira “em ordem”. Apenas 23% conseguem guardar dinheiro regularmente, o que evidencia a urgência de ampliar iniciativas voltadas a planejamento e organização financeira em todas as classes sociais.

A “corda bamba” financeira muda conforme a classe social

O estudo mostra que os desafios variam significativamente entre os diferentes grupos socioeconômicos:

Classes C e D: o improviso como estratégia

Para essas classes, o principal esforço está em garantir o básico: moradia, alimentação e contas essenciais.
A instabilidade de despesas faz com que o improviso seja a regra, tanto para enfrentar emergências quanto para manter o orçamento funcionando no dia a dia.

Classes A e B: manter o padrão de vida é o grande desafio

Já entre as classes de maior renda, o desequilíbrio surge na manutenção do padrão de consumo e no pagamento de financiamentos de longo prazo.
Oscilações pequenas no orçamento podem exigir ajustes rápidos para evitar sobrecarga financeira.

Educação financeira é vista como solução para os problemas atuais

A pesquisa revela que 6 em cada 10 brasileiros acreditam que entender mais de finanças resolveria boa parte de seus problemas e abriria espaço para juntar dinheiro.

Outros insights importantes incluem:

  • 86% acreditam que é preciso primeiro construir uma reserva de emergência para depois investir.
  • 54% ainda veem investimento como algo “para quem tem dinheiro sobrando”.

Segundo Andrea Nocciolini, diretora de Branding do Inter, essa sensação de adaptação constante cria um comportamento imediatista, dificultando a visão de longo prazo. Por isso, compreender a forma real como o brasileiro lida com dinheiro é essencial para desenvolver soluções simples, acessíveis e educativas.

Como o Inter quer transformar improviso em planejamento

Com mais de 41 milhões de clientes, o Inter tem investido em soluções dentro do seu Super App para facilitar a vida financeira dos brasileiros.
A ideia é inverter a lógica do consumo, incentivando a construção de patrimônio e uma relação mais leve e transparente com o dinheiro.

Meu Crédito: uma ferramenta para dar mais controle ao cliente

Entre as iniciativas, destaca‑se o lançamento do Meu Crédito, uma solução que reúne:

  • Score de crédito
  • Atualização de renda
  • Informações de dívidas
  • Orientações personalizadas
  • Dicas práticas para expansão de limite

A ferramenta já está disponível para 20 milhões de usuários e será liberada gradualmente para toda a base de clientes, reforçando o compromisso do Inter com a democratização do crédito e o fortalecimento da educação financeira.

Crédito: alívio financeiro, mas ainda com muita insegurança

Outro recorte da pesquisa mostra o papel do crédito no cotidiano do brasileiro:

  • 50% já tiveram crédito negado sem entender o motivo
  • 63% afirmam que aprender estratégias de aumento de limite melhoraria a relação com os bancos

Os dados reforçam que a falta de transparência e orientação contribui para a sensação de insegurança financeira — algo que se torna ainda mais crítico em momentos de aperto.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Acrobacia Financeira ouviu 1.540 pessoas de todas as regiões do Brasil entre junho e julho de 2025, das classes A, B, C, D e E.

Para acessar o estudo completo, basta visitar:
👉 https://inter.co/acrobacia-financeira/

Conclusão: é hora de construir uma relação mais saudável com o dinheiro

Os dados deixam claro: o brasileiro vive numa constante “corda bamba” financeira, mas também demonstra forte desejo de aprender e evoluir.
Com mais educação, transparência e ferramentas acessíveis, é possível transformar improvisos do presente em planejamento para o futuro — e o Inter quer ser protagonista nesse movimento.

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