Entender para que serve a educação financeira pode revolucionar a sua relação com o dinheiro e te empoderar quanto aos rumos da sua vida. Parece exagero? Pois saiba que gerenciar bem seus ganhos e gastos é uma prática essencial para você realizar seus sonhos de forma consciente e realista.

Esta, no entanto, ainda não é uma realidade para muitos brasileiros. O último Relatório de Letramento Financeiro, do Banco Central em parceria com o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), lançado no final de 2023, mostrou que 64% dos brasileiros enfrentaram um desequilíbrio nos últimos anos.

Além disso, 49,1% dizem que preocupações relacionadas ao dinheiro levam ao estresse em casa, e 45,5% afirmam que esta apreensão prejudica sua saúde.

Se você faz parte deste percentual ou quer evitar integrar-se a ele, é hora de entender como ter uma boa educação financeira.

Neste artigo, falaremos mais sobre o tema, com dicas para acelerar o seu letramento e te ajudar a acompanhar seu orçamento com mais segurança.

Boa leitura!

Para que serve a educação financeira? Compreenda o seu papel

A educação financeira serve para te tornar protagonista das suas definições orçamentárias. Na prática, significa que, ao entender mais sobre o sistema monetário e suas rotinas relacionadas a gastos, ganhos, dívidas e oportunidades de investimentos, fica mais fácil:

  • Controlar o orçamento;
  • Economizar dinheiro;
  • Fazer escolhas mais estratégicas;
  • Escapar de ofertas e condições pouco vantajosas;
  • Investir de acordo com os seus sonhos (e suas possibilidades);
  • Projetar o seu futuro (como incorporar ao dia a dia ações para ter uma aposentadoria mais tranquila);
  • Analisar flutuações e oscilações do mercado (e conectá-las às suas finanças).

Agora que você já sabe para que serve a educação financeira, que tal entender seus objetivos?

Qual é o objetivo da educação financeira?

O objetivo da educação financeira é democratizar a compreensão sobre a gestão do orçamento pessoal, o andamento do mercado e seus impactos no fluxo pessoal. Assim, você pode se proteger de crises, entender o que é investimento financeiro e como fazê-lo com mais estratégia para concretizar objetivos de curto, médio e longo prazo.

Qual a importância da educação financeira para as pessoas no Brasil?

O Brasil é um país com um sistema tributário complexo e altos índices de desigualdade social. Tais fatores dificultam o acesso a informações sobre taxas, tributos e dívidas. De igual maneira, reforçam o valor da educação financeira como o caminho para guiar tomadas de decisão mais orientadas e reduzir as consequências da falta de gestão orçamentária.

Para trazer ainda mais contexto à explicação, aqui estão dados complementares, também trazidos da pesquisa apresentada na introdução deste artigo:

  • A média de letramento entre as mulheres é de 57,8 (em 100), contra 61,8 entre os homens;
  • Brasileiros com renda familiar mensal de até dois salários-mínimos têm uma média menor (equivalente a 56,0);
  • Apenas 14% dos brasileiros sabem calcular juros simples;
  • Para a maior parte dos respondentes da pesquisa (44,8%), nunca ou raramente sobra dinheiro no final do mês;
  • Cerca de 48,6% dos brasileiros afirmam que a frase “estou apenas me virando financeiramente” descreve totalmente ou muito bem sua situação.

Entender a importância da educação financeira no Brasil certamente te abriu os olhos para a urgência do tema, não é mesmo?

A boa notícia é que existem diferentes tipos de educação financeira, e você pode dar o primeiro passo rumo àquele que fizer mais sentido para o seu momento.

Siga em frente e conheça os principais!

Tipos de educação financeira: qual se encaixa melhor em sua vida?

Os principais tipos de educação financeira são: familiar, pessoal, infantil, profissional ou com foco em investimentos. Entenda cada um a seguir.

  1. Educação financeira familiar: foco em organizar o orçamento da casa, gerenciar os gastos compartilhados e assegurar que todos os membros da família realizem seus sonhos.
  2. Pessoal: aqui, o objetivo é estruturar ganhos e gastos individuais, facilitar a gestão de dívidas e possibilitar a organização de modo a viabilizar objetivos de curto, médio ou longo prazo (como se planejar para adquirir um imóvel ou viajar).
  3. Educação financeira infantil: direcionada às crianças, busca gerar consciência e capacidade de análise crítica sobre gastos e ganhos desde os anos iniciais.
  4. Profissional: neste caso, o aprendizado se direciona à saúde financeira da empresa, e considera elementos que interferem direta ou indiretamente na gestão do negócio. Inclui análise de demonstrações, fluxo de caixa, movimentações do mercado e planejamento tributário.
  5. Com foco em investimentos: ideal para quem deseja descobrir qual o melhor tipo de investimento para iniciantes ou encontrar as opções adequadas ao perfil de investidor. Se baseia em conhecimentos voltados ao mercado e aos principais produtos de renda fixa e variável.

Como ter uma boa educação financeira: dicas para começar

Aqui estão nossas dicas para te ajudar a entender como ter uma boa educação financeira:

  1. Comece com um controle de gastos: anote tudo o que entra e sai da sua conta. Salário fixo, trabalhos como freelancer e rendimentos de investimentos devem constar na aba de “entradas”, enquanto compras, pagamento de contas, mensalidades e outros gastos, na aba de “saídas”.
  2. Estipule um valor mensal para guardar. Comece com pouco, e cuidado para não prejudicar seu fluxo mensal e o pagamento de contas essenciais. Para otimizar seus ganhos com um rendimento maior que o da poupança, conheça o Meu Porquinho do Inter: descomplicado e pensado para te ajudar a alcançar seus sonhos!
  3. Defina suas metas por ordem de complexidade e tempo necessário para atingi-las. Ter objetivos claros ajuda a entender qual o ritmo necessário para os investimentos.
  4. Estude sobre diferentes formas de investimento. Como o Porquinho do Inter, que citamos logo acima, há outras modalidades que estimulam a guarda de dinheiro e rendem muito mais que a poupança. Lembre-se apenas de entender seu perfil de investidor e diversificar sua carteira com opções de renda fixa ou variável para uma estratégia mais segura!

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